CIELO FLASH - 12X 19,90

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Só a ética do amor é absoluta

Só a ética do amor é absoluta


Do ponto de vista da filosofia


É moeda comum dizer-se que a ética é relativa, pois, face às diferentes situações em que nos encontramos, somos obrigados a moldar os nossos comportamentos de acordo com as exigências de cada situação, procurando obter o maior bem para cada caso.

Isto resulta facilmente verificável, pois, na condição de seres complexos, corporais e espirituais, importa que, ao agir, tenhamos de satisfazer diferentes apelos, sensíveis e racionais, o que nos coloca na condição de seres multiéticos, submetidos pelas diferentes naturezas das situações que por nós são vividas, o que faz da ética humana uma interdisciplinariedade.

Não obstante, a partir do universo quase que infinito das diferentes situações em que possamos nos encontrar, será possível sistematizá-las, tendo em vista aquele bem melhor que se persegue, conforme uma ênfase paradigmática de ação; assim, geralmente agimos:

1) para a obtenção de um prazer (sensibilidade, desejo)

2) com vistas a uma utilidade (eficácia)

3) no cumprimento de uma obrigação (dever)

4) para manifestar amor (concupiscência, caridade)

A procura do prazer sensível chama-se hedonismo. O recomendável é que os prazeres sejam usufruídos com moderação,pois qualquer excesso será sempre prejudicial. A ética da eficácia chama-se utilitarismo, que consiste em considerar como verdadeiramente valiosas apenas as coisas quando referidas à sua utilidade. Por sua vez, o agir preocupado com o cumprimento dos deveres tende a afastar os mesmos de suas finalidades, para se dedicar apenas com o formalismo da ação (o dever pelo dever, de Kant). Dessa forma, fica afastada uma ética de interesses (Aristóteles). Por fim, a ética do amor consiste na sublimidade da convivência, da felicidade e da doação.

Contudo, como se pode facilmente verificar, cada modelo de ética escolhida não se realiza de forma autônoma, mas entra necessariamente em intercâmbio de dependência com os demais aspectos paradigmáticos, de tal forma que podem ocorrer inúmeras combinações, por exemplo, da utilidade com o prazer, do dever com o amor etc.

Face a tudo isto, resulta que acabamos por ficar confusos quanto a possibilidade de estabelecer um discurso coerente quando referido à consistência dos diversos comportamentos éticos que devamos tomar. É como se não houvesse um princípio absoluto que pudesse guiar nossas decisões quando referidas à dicotomia entre o bem e o mal.

No entanto, podemos encontrar uma saída. se dermos preferência à ética do amor. Se é difícil conceituar o amor, muito mais difícil ainda será praticá-lo, pois há amor egoísta (concupiscência) e amor de benevolência (caridade), há amor próprio e amor desprendido, há amor erótico e amor platônico etc. Se a época atual conquistou muito em amor erótico, importa que estas liberdades conquistadas sejam transformadas em mais amor fraterno, compromisso e tolerância.

Não obstante, podemos concluir que, sob todas as formas em que ele se apresente, o essencial caracterizador do amor chama-se doação, perdão e renúncia, quando amar é justamente preocupar-se com a felicidade do ser amado, pois o amor se identifica plenamente com o bem que o inspira.

“Ama e faze o que quiseres”, expressão de S.Agostinho que reflete bem a idéia cristã de que o verdadeiro pecado é não-amar, não ter no coração a benevolência, a caridade, o zelo para com a felicidade do ser amado. É por isso que o amor transforma a ética de negativa em positiva, do não-fazer para a alegria do agir, da frustração para a auto-estima. Do isolamento para a vida em comum.

Ética do amor


Muito se discute, tanto entre os próprios casais como ao redor da maioria das mesas de bares, entre amigos, sobre o quanto se deve ceder num relacionamento e o quanto cada um deve se impor. Parece que encontrar esse equilíbrio tem sido o grande desafio dos relacionamentos amorosos para grande parte das pessoas. 

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Parar de falar com os amigos do sexo oposto ou manter as mesmas amizades de antes? Contar tudo ou manter sua privacidade a despeito da opinião do outro? Sustentar a máxima “quem me ama tem de me aceitar como sou” ou flexibilizar e analisar cada situação como uma oportunidade de amadurecer? Creio que as respostas para esse tipo de questionamento só podem ser alcançadas após algumas importantes reflexões. 

É certo que as pessoas mais velhas, em geral, já experimentaram um número maior de relações e também de frustrações. Portanto, costumam saber na prática o quanto é difícil encontrar alguém com quem se tenha uma sintonia que realmente valha a pena. Só este fator já é bastante significativo para que a maioria aprenda – muitas vezes a duras penas – que ceder é melhor do que enrijecer e desgastar a relação desnecessariamente. 

Porém, os mais novos e os mais teimosos (o que independe da idade), talvez por uma questão de quererem testar limites ou exercitar sua autoridade, muitas vezes confundem desejos autênticos com caprichos e terminam exagerando na dose do egoísmo. Acreditam, equivocadamente, que concessão é sinônimo de submissão e que “ganha” quem manda mais na relação. Esses, certamente, desperdiçarão muitas delícias do amor por não se darem conta de que verdadeiramente ganha aquele que age de modo coerente com seu coração e sua ética pessoal. 

Se quiser alcançar o tal equilíbrio, minha sugestão é para que você – diante de conflitos com a pessoa amada – permita-se uma autoanálise mais cuidadosa e honesta. Em primeiro lugar, lembre-se de considerar seus sentimentos e suas atitudes antes de julgar e condenar as do outro.
Ciúme, insegurança e medo de ser enganado são “pedras” que costumam parar em qualquer sapato e incomodar a quase todos, indistintamente. Ou seja: respeite a dor do outro exatamente como gostaria que respeitassem a sua! 

E assim sendo, permaneça comprometido com sua escolha. Se decidir viver um amor de gente grande, comporte-se como tal. No fundo, bem lá no fundo, o que mais importa: manter as amizades no mesmo tom e ritmo que antes ou considerar realmente que agora você está compartilhando sua vida com outra vida? Quem você de fato quer ver feliz, seguro e tranqüilo: seus amigos e seu trabalho ou a pessoa com quem deseja dividir seus dias? 

Não estou dizendo que quem namora não pode ter amigos. Não é isso, de forma alguma! Mas quem é amigo de verdade e com um mínimo de maturidade sabe que quem namora tem um projeto de vida a dois e isso significa que as baladas mudam, o tempo é organizado de outra forma e os sentimentos a serem privilegiados são os que ditam a qualidade da relação. Portanto, esses amigos serão os primeiros a se adaptarem a tais mudanças e contribuir para a harmonia do casal. 

Por fim, quando os dois estão dispostos a fazer o amor valer a pena, o processo se torna infinitamente mais fácil. Ouvir o que o outro está dizendo sem se defender o tempo todo, reconhecer suas concessões, valorizar suas qualidades e mudar para melhor a cada conversa são decisões infalíveis. Não há ética maior no amor do que parar de fazer joguinhos ou disputar poder, compreendendo que relacionar-se é saber-se no outro tanto quanto sentir o outro em si mesmo. Se um se magoa e sofre, o outro jamais estará a salvo. Do mesmo modo, se um se sente amado e é feliz, o outro é o autor desta festa! Fonte: http://br.match.com/Artigos/opshow/articleid808/p-1/f-1/n-1/?orig=0



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Como Administrar as suas finanças pessoais?


 Como Administrar as suas finanças pessoais - Renê Estevam

 O objetivo da palestra é fornecer dicas para que os profissionais liberais organizem suas vidas financeiras, administrando...
Espero que esse vídeo possa tirar suas dúvidas em relação às finanças pessoais e que possa contribuir para que você tenha sucesso em sua vida pessoal e demais relacionamentos.


 

Não deixe de postar seu comentário para que possamos melhorar esse importante espaço de compartilhamento de ideias.



quinta-feira, 30 de maio de 2013

Ética nos Relacionamentos


Dizem que a única certeza que podemos ter neste mundo caótico em que vivemos é de que, há mudanças permanentemente ao nosso redor. 
De fato, temos visto coisas que há alguns anos atrás eram simplesmente inconcebíveis, não apenas pela extraordinária criatividade humana, mas e sobretudo, pela sua enorme capacidade de adaptação.

O homem tem demonstrado nos últimos anos, uma tremenda inquietação no seu modo de viver, causada pelas inovações tecnológicas, e estas, por sua vez, têm provocado grandes turbulências no mundo dos negócios, na vida social e familiar, nos relacionamentos interpessoais, e finalmente no comportamento individual.

Presenciamos diariamente uma avalanche de notícias desagradáveis, quando não violentas e fatais, seja na televisão, nos jornais, nas revistas, nas escolas, no trabalho, nas ruas e até mesmo na própria casa, fruto de desentendimentos e outros conflitos originados nos relacionamentos.

Mas, o que realmente está acontecendo com as pessoas ? Será que são as pessoas vítimas de um mundo caótico, ou o mundo é vítima de pessoas estressadas ? E, qual a razão para este impasse que nos leva a ter uma vida de sobressaltos, de medo, de frustrações, de ansiedade e de afastamentos?

Este é um momento bastante propício para se fazer uma boa reflexão a este respeito, afinal estamos vivenciando uma situação que contradiz a natureza humana. Exatamente! Somos feitos para vivermos em sociedade e o que vemos são pessoas não suportando as outras, digladiando entre si, na maioria das vezes por motivos torpes, sem o menor sentido.

O conjunto de valores que regem uma sociedade parece que a cada dia vai sendo mais e mais esquecido, deturpado, invertido. O contexto atual não poderia ser melhor para nos motivar a questionar o que de fato nos interessa e nos importa, o que é que para nós tem real significado e valor.

Estudar, entender e praticar ética e seus fundamentos são de uma importância tal para se conquistar a qualidade de vida tão desejada por todos, que negligenciar isto só nos levará a perpetuar este estado de calamidade e fragilidade que nossos relacionamentos hoje vivenciam.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Blindando seu relacionamento conjugal



Como equilibrar a equação "balanço financeira = relacionamento blindado"?


É preciso mais do que domínio com os cálculos e conhecimentos sobre finanças pessoais para viver em harmonia numa relação a dois ou mesmo em família. Principalmente quando surge a tão temida falta de "grana". É preciso um investimento muito grande em afeto mútuo, respeito, cumplicidade, muita atenção ao parceiro(a) no que diz respeito às prioridades em sua agenda. 

Trata-se de um espaço onde todos atores compartilham suas experiências e dão dicas para o sucesso na "construção" de sua felicidade e, sobretudo, com as finanças em dia e muito promissoras.

Direto ao assunto!

Compartilhar experiências e informações de todos os tipos e fontes, com o objetivo de, no mínimo, promover alguns momentos ímpares ao casal que se interessar em transformar sua vida. Não!! não é autoajuda. É planejamento familiar, gestão de conflitos e...gestão de finanças pessoais e construção da sua felicidade.

Os cinco erros financeiros que podem arruinar um casamento. ​


Aquele papo de que homens pagam as contas e as mulheres cuidam da casa já está mais do que ultrapassado. Com a mulher no mercado de trabalho e a natural divisão das responsabilidades financeiras, os casais tiveram que aprender a lidar com o dinheiro juntos. E não tem sido nada fácil.

Segundo pesquisas internacionais, problemas financeiros são as principais causas de conflito dentro do casamento. Mas é possível salvar o amor das obrigações nada românticas que o dinheiro (e a falta dele) acabam criando na vida a dois. Selecionamos na lista abaixo as 5 maiores furadas financeiras que destroem qualquer relação. Saiba como se proteger delas. Ler mais...

Como entender esse balanço e tirar proveito disso?


Administrar finanças pessoais não difere muito de gerenciar o caixa de uma empresa ou mesmo de um país. Você precisa analisar dois conjuntos de contas: as receitas e as despesas.​

O que são Receitas e Despesas:


Receitas e despesas são termos de estudos da contabilidade e finanças em geral, onde é ensinado que as despesas são gastos para direta ou indiretamente gerarem receitas, seja para pessoas física ou jurídicas. O principal conceito de receitas são os recursos provenientes da venda de mercadorias ou de uma prestação de serviços e despesas são todos os gastos que uma empresa precisa ter para obter uma receita. Alguns exemplos de despesas são os salários, água, luz, telefone, impostos e etc.

​Conceito de Receita


Receitas são todos os recursos provenientes da venda de mercadorias ou de uma prestação de serviços, porém todos são oriundos de vendas ou prestação de serviços, como por exemplo: aluguéis, rendimentos de uma aplicação financeira, juros e etc.

As receitas não necessariamente se limitam a empresas, existem também as receitas do Governo, chamadas de receita pública. Receita pública é o montante total em dinheiro recolhido pelo Tesouro Nacional, incorporado ao patrimônio do Estado, que serve para custear as despesas públicas e as necessidades de investimentos públicos.​

Conceito de Despesa


Despesa é todo o gasto que a empresa precisa ter para obter uma receita, como por exemplo os salários, água, luz, telefone, impostos, aluguéis pagos e etc. Para a contabilidade, uma despesa representa uma diminuição do ativo e aumento do passivo; e assim como as receitas provocam uma aumento do patrimônio líquido, as despesas, diminuem o valor do mesmo.

As despesas podem ser divididas em antecipadas e não operacionais. Despesa antecipada são as despesas pagas antecipadamente e que serão consideradas como custos ou despesas no decorrer do exercício seguinte, como seguros a vencer. Despesas não operacionais são aquelas decorrentes de transações não incluídas nas atividades principais ou acessórias que constituam objeto da empresa.

A comparação entre receitas e despesas ocorre na apuração do resultado do exercício, que é o saldo do confronto entre elas, depois de um ciclo de operações em uma empresa, se o resultado for positivo a empresa teve lucro, se o resultado for negativo a empresa teve prejuízo.